21 de maio de 2017

Jogos Islâmicos da Solidariedade

Boa tarde queridos e queridas! Tudo bem? Passando aqui para divulgar um evento muito legal para quem se interessa nessas transformações e transições que o mundo do Árabe passa! Eu pelo menos vejo que cada passo dado são ganhos para a sociedade, tanto Ocidental como Oriental também... Um caminho para a liberdade e igualdade entre gêneros só tente a trazer ganhos para as sociedade!!!

Então vamos lá:

Os Jogos Islâmicos da Solidariedade de 2017 começou em 12 de maio e terminará em 22 de maio (amanhã). Seu objetivo é a aproximação e integração entre os países islâmicos através da integração esportiva.

História

Tudo começou entre 26 setembro e 6 de outubro, para entrar pelo caminho da exatidão. Esmirna, na Anatólia, Turquia. Jogos Islâmicos, chamou-se o acontecimento. 1980 foi um ano marcante para os Jogos Olímpicos. O ano do boicote. A União Soviética invadira o Afeganistão. Uma tentativa de por um ponto final na rebelião dos mujaedines que se levantara contra as reformas levadas a cabo pelo Partido Popular Democrático do Afeganistão, que se alcandorara ao poder através de um golpe de Estado, dois anos antes. Uma das medidas de retaliação impostas pelos Estados Unidos foi, precisamente, o boicote aos Jogos Olímpicos de Moscovo. Muitos foram os seus aliados que apoiaram o boicote. Estávamos em plena Guerra Fria.
Dos países que se fizeram representar nos Jogos Islâmicos, apenas a Argélia e a Líbia tinham enviado delegações a Moscovo. A Turquia, a Arábia Saudita, o Paquistão, Marrocos, Malásia, Bangladesh, Bahrain e uma representação do Chipre do Norte, foram os outros participantes num evento que incluía atletismo, futebol, natação, basquetebol, ténis, voleibol e luta livre. A ideia, nascida numa reunião de ministros dos Negócios Estrangeiros em Islamabad, em 1979, era a de criar uma competição que tivesse lugar de quatro em quatro anos.
Os turcos fizeram questão de se imporem. A sua superioridade foi impressionante: 63 medalhas de ouro, 38 de prata, 16 de bronze, num total de 117. A Argélia, segunda na linha do sucesso, conquistou um total de 41 medalhas: 4 de ouro, 14 de prata, 23 de bronze. A Líbia foi a dominadora do torneio de futebol, ganhando todos os jogos. A segunda edição deveria ter sido organizada pela Arábia Saudita, em 1983, de forma a não colidir com os Jogos Olímpicos. Não foi. O projeto caiu no abandono.

Senhoras ao palco

A Federação Islâmica de Desporto para Mulheres decidiu, entretanto, sair das suas tamanquinhas e criar os Jogos Islâmicos Femininos. O Irão foi o país escolhido para receber a primeira edição, em 1993. Acabaria por organizar as quatro edições – 1993, 1997, 2001 e 2005. A tradição muçulmana foi respeitada. Escrupulosamente. Chamadas ao palco do desporto mundial – fizeram-se representar nada menos de 25 países, da Geórgia ao Brunei – as senhoras apresentaram-se cobertas da cabeça aos pés. O Irão tornou-se, sem surpresa, o grande açambarcador de medalhas. Houve algumas participações surpreendentes, de países não islâmicos mas com grandes comunidades islâmicas. Por exemplo, a Coreia do Sul. E atingiram-se marcas muito interessantes, tanto no número de atletas como em resultados meramente desportivos. Em 2005, bateram-se todos os recordes. 44 países, 1316 atletas, 18 modalidades. Irão, Senegal e Cazaquistão foram, por esta ordem, os mais medalhados.
A comunidade islâmica movimentava-se no campo desportivo. E virava-se, como de costume, para dentro. No entanto, a boa vontade de alguns não foi suficiente. Aqui e ali surgiam questiúnculas, até diplomáticas, que impediram a consolidação das competições atrás descritas. Mas não se extinguiu a crença nem a capacidade organizativa. A despeito das contrariedades, sentiam os comités olímpicos de diversos países que uma grande competição com estas características podia e devia ter lugar. E regularidade. Seria a Organização da Cooperação Islâmica, uma entidade fundada em 1969 por 57 Estados (27 africanos; 25 asiáticos; três europeus; dois sul-americanos) com uma população global de 1600 milhões de habitantes, a encabeçar o novo movimento.

A voz!

Na génese da organização, estava a frase. «Dar uma voz coletiva ao mundo muçulmano!». Estabelecer delegações permanentes nas Nações Unidas e na Comunidade Europeia. Línguas oficiais: árabe, inglês e francês. «Salvaguardar e proteger os interesses do Mundo Muçulmano num espírito de promoção da paz e da harmonia internacional». Um princípio catalisador.
Foi dentro da Organização da Cooperação Islâmica que surgiu a Federação Islâmica da Solidariedade no Desporto. E, com ela, uma nova competição para os atletas de Alá: Jogos da Solidariedade Islâmica. Abertos a aos desportistas de todos os 57 países filiados e com o pormenor, não contemplado nas provas entretanto extintas: possibilidade de também participarem cidadãos não-muçulmanos das nações em disputa. Uma novidade que pretendia reforçar a tal ideia solidária.
A primeira edição dos Jogos ficou marcada para Meca, na Arábia Saudita. Dificilmente outro local poderia ser tão bem escolhido. Centro da grande peregrinação do haj, cidade que viu nascer Maomé, o polo de atração de todas as orações. De 8 a 20 de abril de 2005, mais de seis mil atletas entraram em prova. 55 países. Foi preciso alargar a sede da competição a Medina, Jedah e Ta’if. 15 modalidades. 107 provas. Os verdadeiros Jogos Olímpicos Islâmicos! O Estádio do Rei Abdul Aziz foi pequeno para a gigantesca cerimônia de abertura que envolveu a participação de mais de 2500 estudantes. Como não poderia deixar de ser, a Arábia Saudita fez questão de apresentar uma seleção capaz de lhe garantir a maioria das medalhas: 24 de ouro, 17 de prata, 19 de bronze, num total de 60. À distância ficou o Egito, com um total de 42.

Confusão no Golfo!

A segunda edição estava agendada para outubro de 2009, no Irão. Acabaria por só se disputar no ano seguinte. O motivo do adiamento prendeu-se com uma questão semântica. O logótipo dos jogos fazia alusão ao Golfo Pérsico, termo que os países árabes teimaram em querer alterar para Golfo Árabe. Entre as entidades iranianas e sauditas o ambiente crispou-se. De tal ordem que os Jogos ficaram em risco. Tudo se resolveu da forma mais fácil: simplesmente Golfo, sem designação.
As cidades de Teerão, Esfahan e Mashhad receberam 14 modalidades desportivas e, igualmente, outras de exibição tal como futsal, tiro, voleibol e ténis para atletas com incapacidades físicas.
Os Jogos Islâmicos fixaram-se definitivamente no calendário internacional a partir de então. Quatro anos mais tarde, seria a vez de Palembang, na ilha de Sumatra, Indonésia – o mais populoso dos países muçulmanos – receber a terceira edição. O orgulho dos organizadores voltou a prevalecer na hora das medalhas, com a Indonésia a somar 104 (36 de ouro, 34 de prata, 34 de bronze) contra 59 do Irão.
Nesta altura já havia participantes masculinos e femininos e a controvérsia sobre a forma como as mulheres se apresentavam vestidas em determinadas modalidades, sobretudo as aquáticas, envolveu o acontecimento. Combate aceso entre o biquíni e o burkini!
Este ano de 2017 é, portanto, ano de Jogos da Solidariedade Islâmica. Baku, no Azerbaijão, será a cidade-sede. 24 disciplinas de 20 desportos estarão nos campos, nas pistas, nas piscinas e nos ringues de 12 a 22 de maio. E espera-se um número muito maior de atletas do que em 2013, quando não foram além dos 2000.
Grifos nossos 
Fonte: https://sol.sapo.pt/artigo/554148/islao-os-jogos-de-ala- 


Suas edições anteriores ocorreram:

1. Arábia Saudita em 2005 e contou com a participação de 54 países, 6.500 atletas de 13 modalidades. O quadro de medalhas ficou para 1o lugar: Arábia Saudita; 2o lugar: Egito e 3o lugar Cazaquistão.

Não foi construído nenhum alojamento, os atletas foram alocados em 18 hotéis espalhados na capital. O evento todo foi arcado pelo país, tendo em vista que as entradas eram gratuitas.




Esportes

Numero de eventos entre parenteses.

Demonstração

Quadro de medalhas

 Ordem País
Total
1 Arábia Saudita24171960
2 Egito14151342
3 Cazaquistão138627
4 Irã1091130
5 Iraque99725
6 Marrocos86418
7 Malásia55616
8 Azerbaijão44715
9 Argélia3101326
10 Síria32510
11 Paquistão3014
12 Quirguistão2248
13 Jordânia2035
14 Kuwait14510
15 Turquia1337
16 Sudão1326
17 Turquemenistão1146
18 Indonésia1124
19 Tajiquistão1102
20 Tunísia1089
21 Catar1001
22 Senegal0268
23 Emirados Árabes Unidos0235
24 Burkina Faso0112
 Iémen0112
26 Camarões0101
 Oman0101
28 Afeganistão0011
 Costa do Marfim0011
 Líbia0011
 Guiana0011
 Uganda0011
Total108108139355
Fonte dos dados Esportes e Países: http://www.wikiwand.com/pt/Jogos_Isl%C3%A2micos_da_Solidariedade_de_2005
Detalhe: 
Esse evento foi apenas para atletas masculinos, pois os jogos olímpicos femininos foram realizadas posteriormente e separadamente do evento masculino - o evento foi realizado pela Federação Islâmica do Desposto Feminino, realizadas em 993, 1997, 2001 e 2005. O quadro de medalhas ficou. Em 2005, bateram-se todos os recordes. 44 países, 1316 atletas, 18 modalidades. Irão, Senegal e Cazaquistão foram, por esta ordem, os mais medalhados. 
2. Irã em 2010 - Cancelada.
3. Indonésia em 2013 - Mulheres e Homens se misturam, mas muitas as mulheres usam véu, roupas largas e burkinis (nas modalidades aquáticas), mesmo que não fossem exigidas pela organização - Marcado por uma série de polêmicas por causa das vestimentas femininas:
http://www1.folha.uol.com.br/esporte/2013/09/1344863-jogos-islamicos-comecam-em-meio-a-polemica-por-trajes-femininos.shtml
http://m.folha.uol.com.br/esporte/2013/09/1344863-jogos-islamicos-comecam-em-meio-a-polemica-por-trajes-femininos.shtml
http://m.esporte.uol.com.br/folhaonline/2013/09/20/jogos-islamicos-comecam-em-meio-a-polemica-por-trajes-femininos.htm
Jogos Islâmicos começam em meio à polêmica por roupas

Jogos Olímpicos de solidariedade começam no domingo na Indonésia, em meio a uma polêmica nas provas femininas, com vestimentas consideradas muito atrevidas



Atleta da Malásia em partida de vôlei de praia: alguns países exigiram que as participantes femininas estejam cobertas nas provas de vôlei de praia, atletismo e natação (Goh Chai Hin/AFP)

Palembang – Os Jogos Olímpicos de solidariedade começam no domingo na Indonésia, após uma preparação caótica e em meio a uma polêmica nas provas femininas, com vestimentas consideradas muito atrevidas por países conservadores.
Alguns dos 44 países participantes, em particular Arábia Saudita e Irã, exigiram que as participantes femininas estejam cobertas nas provas de vôlei de praia, atletismo e natação.
Mas os organizadores não quiseram ceder e mantiveram a livre decisão para as atletas no conjunto das provas, incluindo a natação.
Se alguns países não quiserem utilizar o traje de banho, isso não é um problema, mas se outros quiserem, nós permitiremos”, indicou à AFP Djoko Pramono, membro do comitê de organização.
Alguns países pediram, em vão, que as provas femininas não sejam disputadas ao mesmo tempo que as masculinas, disse Pramono.
Cerca de 5.000 atletas devem participar na terceira edição destes Jogos (22 de setembro – 1 de outubro) marcados por uma preparação caótica.
Inicialmente previstos para junho na ilha de Sumatra (noroeste), foram adiados para outubro na capital Jacarta devido à irritação das empresas terceirizadas encarregadas de construir o principal estádio, que exigiam pagamentos atrasados.
Depois, a apenas dois meses de sua disputa, os Jogos foram adiados novamente, desta vez a Palembang, na ilha de Sumatra, cidade famosa pela má organização dos Jogos do Sudeste Asiático em 2011.
Grifos nossos 

Fonte: http://exame.abril.com.br/mundo/jogos-islamicos-comecam-em-meio-a-polemica-por-roupas/

Participating Nations

There are 41 nations participating in 2013 Islamic Solidarity Games.

Sports


Tiggy the Sumatran tiger as official mascot.

Medal table

  Host nation
RankNationGoldSilverBronzeTotal
1 Indonesia363434104
2 Iran30171259
3 Egypt26312986
4 Malaysia26172972
5 Turkey233050103
6 Morocco10151439
7 Saudi Arabia73616
8 Azerbaijan69924
9 Algeria56819
10 Oman32510
11 Bahrain2147
12 Syria2136
13 Iraq2114
14 Tunisia2079
15 Kuwait1438
16 Qatar1225
17 Jordan1124
18 Guyana0202
19 United Arab Emirates0134
20 Bangladesh0112
20 Libya0112
22 Brunei0101
22 Palestine0101
24 Turkmenistan0044
25 Senegal0033
25 Yemen0033
27 Cameroon0011
27 Lebanon0011
27 Sierra Leone0011
Total183181236600
Fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/2013_Islamic_Solidarity_Games


4. 2017  nos vamos em Baku - Azebarjão




Baku, esporte e cultura se encontram no Azerbaijão
Para o país conhecido como ‘Terra do Fogo’, nada mais natural do que ter nas ‘Flame Towers’ um marco
Para o país conhecido como ‘Terra do Fogo’, nada mais natural do que ter nas ‘Flame Towers’ um marco.

“O que você sabe sobre o Azerbaijão?”. A pergunta, se direcionada a um brasileiro, pode ser respondida com monossílabos ou um redundante “nad.a”. A república instalada no Cáucaso entre a Turquia, Irã, Armênia, Geórgia e Rússia é dona de uma cultura milenar. Chamado por especialistas de esquina do mundo – por representar a transição entre o continente europeu e o asiático –, o Azerbaijão é um caldeirão exótico de etnias, religiões e costumes.

Desde a última sexta-feira (dia 12), sua capital, Baku, também abriu as portas para turistas do mundo inteiro com a realização dos Primeiros Jogos Europeus de Baku 2015. São esperados 6 mil atletas competindo em 20 modalidades esportivas de um evento orçado em R$3,4 bilhões. 11 dessas modalidades esportivas são qualificatórias para os Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro em 2016. É a segunda grande solenidade sediada pelo País na história recente. Antes disso, Baku foi responsável por uma das mais memoráveis edições do Eurovision (espécie de campeonato musical que reúne 40 países europeus e é assistido por mais de 200 milhões de telespectadores) e se prepara para receber um Grande Prêmio de Fórmula 1, a Olimpíada Mundial de Xadrez em 2016 e os Jogos de Solidariedade Islâmica em 2017.

Os Jogos Europeus vão até o dia 28 de junho, mas belezas do Azerbaijão podem te fazer querer ficar mais tempo por lá. Turismo destaca nesta semana aquela que é conhecida como a “Terra do Fogo” e “Pérola do Mar Cáspio”.

Tradição e modernidade no Cáucaso

“Impressionante e diferente de tudo que já vi”. São com essas palavras que o estudante de jornalismo Ulisses Lisboa descreve o Azerbaijão. Ele foi um dos selecionados por um concurso de redação promovido pela Embaixada no ano passado e visitou o país por duas semanas. “Antes disso, sabia muito pouco sobre. Chegando lá tive a dimensão do que é e fiquei maravilhado. Baku especialmente convive muito bem com o novo e o antigo, você caminha por prédios super modernos e já cai em construções medievais”, relata.

O passeio, ele indica, deve começar pela Cidade Velha, patrimônio histórico reconhecido pela UNESCO e lar da Torre da Donzela, um dos símbolos nacionais. A construção do século XII abriga um museu e uma loja de souvenires, além de uma das mais belas vistas da baía de Baku e do Mar Cáspio. O nome, conta-se, vem de uma lenda que se refere a uma donzela que se atirou desde o alto, para encontrar a morte nas ondas abaixo. Também na parte antiga de Baku fica o Palácio dos Shirvanshahs, construído no século XV pela dinastia homônima. É repleto de escadas e ruínas antigas, ideal para amantes de história antiga.

Depois de caminhar bastante pelas ruas da Cidade Velha, é hora de conhecer o Centro Heydar Aliyev, um museu em honra ao líder nacional do Azerbaijão. A instalação tem sua arquitetura baseada na assinatura do Heydar Aliyev e conta com um acervo extenso sobre sua biografia, mas também sobre a história do Azerbaijão em si.

Os tapetes são parte da identidade nacional azeri e são, há séculos, a sua principal forma de expressão artística, já que neles são bordados fatos importantes da história local. O Museu Nacional de Tapetes reúne peças únicas, com explicações em inglês sobre cada cor, padrão geométrico e simbolismo utilizados. O prédio simula um tapete enrolado.

Um passeio por Baku não fica completo sem uma visita às Torres de Chamas (Flame Towers). São três edifícios – um comercial, um residencial e um hotel – em formato de labaredas. “À noite é um espetáculo à parte. As janelas são de LED e projetam imagens de uma fogueira ou da bandeira do Azerbaijão”, conta Ulisses. Uma dica é jantar num dos muitos restaurantes tradicionais ou nas baladas do Baku Boulevard, uma bela avenida e praça em frente ao Mar Cáspio.


Infraestrutura

Baku tem investido pesado para atrair turistas. No plano do governo, há a reestruturação completa até 2020 do bairro, que passará a se chamar “Cidade Branca”.

Mas não é preciso esperar tanto tempo para conhecer. Segundo o Cônsul da Embaixada do Azerbaijão no Brasil, Intigam Huseynov, o país é muito seguro para os turistas estrangeiros. “O Azerbaijão apresenta um modelo de convivência pacífica de uma sociedade multicultural. É uma terra secular com a população predominante muçulmana, mas com minorias como judeus e cristãos. A sociedade é moderna e não existe restrição ao vestuário”, conta Huseynov.

Ulisses reforça a fala. Ele conta que se perdeu à noite pela cidade mas que, mesmo com a escuridão, não enfrentou problemas.

Porém, quem pretende explorar o restante do país precisa tomar cuidado. Por causa da ocupação dos territórios do Azerbaijão pela Armênia, o Ministério dos Assuntos Estrangeiros desaconselha viajar para a região de Nagorno Garabagh – em disputa há mais de 20 anos – além de sete regiões adjacentes.

A infraestrutura é facilitada pelo metrô, que corta boa parte da cidade. As estações são atração à parte: ricamente decoradas, impressionam os que se aventuram pela Baku subterrânea.

Como chegar

Brasileiros precisam de visto para visitar o Azerbaijão. (...) O documento é emitido eletronicamente por uma agência de turismo local (a lista pode ser acessada em azembassy.org.br/evisto), bastando para isso reservar um hotel. A principal rota a partir do Brasil é através da linha Guarulhos – Istambul – Baku, operada pela Turkish Airlines.  (...) 
Grifos nossos 
Fonte: http://hojeemdia.com.br/almanaque/baku-esporte-e-cultura-se-encontram-no-azerbaij%C3%A3o-1.310604 

Detalhe: JOGOS COMEÇAM SEM RESTRIÇÕES DE VESTIMENTAS

Fonte: https://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwjw4Pal0oHUAhUHk5AKHemPDd4QjRwIBw&url=http%3A%2F%2Fwww.toflyvolleyball.com%2F2016%2F12%2Fazerbaijao-pede-saida-do-gp-e-e.html&psig=AFQjCNHds8QaJo0xHnmKl4M1usmdqybs4g&ust=1495478616690609

 Fonte: https://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwjw4Pal0oHUAhUHk5AKHemPDd4QjRwIBw&url=http%3A%2F%2Fwww.toflyvolleyball.com%2F2016%2F12%2Fazerbaijao-pede-saida-do-gp-e-e.html&psig=AFQjCNHds8QaJo0xHnmKl4M1usmdqybs4g&ust=1495478616690609


Notícias que valem a pena:

http://www.jornal.ceiri.com.br/jogos-islamicos-da-solidariedade-comecam-sem-restricoes-as-vestimentas-femininas/
http://www.abola.pt/nnh/ver.aspx?id=671407
http://torcedores.uol.com.br/noticias/2017/05/esporte-e-mundo-islamico-viram-olimpiada-no-azerbaijao
http://www.trt.net.tr/portuguese/desporto/2017/05/15/turquia-conquista-59-medalhas-no-segundo-dia-dos-jogos-da-solidariedade-islamica-732587

Participating nations

All 56 members of the Islamic Solidarity Sports Federation participated in the Games. Due to the suspension of the Kuwait Olympic Committee, athletes from Kuwait will participate in the Games as Independent ISSF Athletes, under the Flag of the Islamic Solidarity Sports Federation. Athletes and coaches will be accredited by the ISSF, they will wear ISSF uniforms and any medals won, will be done so under the ISSF banner. LibyaSudan, and Kuwaiti athletes who are scheduled to compete under ISSF banner withdrew from the Games a day before the opening ceremony.[4]
Below is a list of all the participating NOCs; the number of competitors per delegation is indicated in brackets.

Fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/2017_Islamic_Solidarity_Games

Sites do evento em BAKU: 
https://www.baku2017.com/
https://www.baku2017.com/games

Medals

Sunday, 21 May 21:38 AZST
Country
1744633153
2686354185
331263390
415173062
5125421
67122039
7751527
86292156
964717
1044816
1141611
12311115
1327514
14251219
1524612
1623611
172316
1822610
1912811
201269
211113
211113
231102
241012
241012
241012
270369
280246
290134
300123
300123
320112
330101
330101
350055
360044
360044
380022
390011
400000
400000
400000
400000
400000
400000
400000
400000
400000
400000
400000
400000
400000
400000
400000

Fonte: https://www.baku2017.com/en/medals

Modalidades

Fotos (navegue pelo site e veja as fotos do evento):

É impossível não ficar feliz com um evento não maravilhoso e significativo como esse que demonstram nitidamente as mudanças da mentalidade de alguns países e a possibilidade de abrir "a mentalidade" dos países mais conservadores!

Fonte: https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSc4hVJu_zmJ34P-wEIFmgonrSAt1jEYTLwg_fC0KNad_AudAaM

5. Nos vemos em Istambul na Turquia - 2021


Espero que vcs tenham gostado do post...

Beijos e até a próxima!
Pérola